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Com fim do processo de impeachment, cadeia produtiva da construção civil acredita na retomada do crescimento

  • Principais players do setor participaram, em São Paulo, do 10º Concrete Show South America, que reuniu mais de 500 marcas nacionais e internacionais
  • “Em apenas um dia vendemos R$ 200 mil em equipamentos”, afirma Valter Andrade Júnior, diretor comercial da Realflex, pela primeira vez na feira.
  • “Construção civil é o setor que mais gera empregos”, destaca presidente da CDHU, Marcos Penido

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Mesmo que de forma lenta, o mercado da construção civil e infraestrutura deve retomar o ritmo de crescimento após o Senado Federal decidir, a partir da próxima semana, quem definitivamente ficará no comando país. Este é o consenso entre as empresas e entidades representativas da cadeia produtiva do segmento que participaram do 10º Concrete Show South America. O evento foi realizado entre os dias 24 e 26 de agosto no São Paulo, na capital paulista, e reuniu mais de 500 marcas nacionais e internacionais pertencentes a mais de 150 segmentos distintos da construção civil.

“Além da construção civil, atuamos em outros segmentos como petróleo e mineração. Todos vivem, atualmente, um ambiente de retração e desconfiança, mas acredito que, encerrado o processo de impeachment, as coisas vão melhorar e, neste setor, tenhamos uma retomada  no crescimento ainda este ano”, destaca Valter Andrade Júnior, diretor comercial da Realflex, empresa de Sorocaba especializada na produção de  mangueiras, mangotes, compostos e masters.

André Logello Lima, coordenador de Marketing da Abrasfe (Associação Brasileira de Fôrmas, Escoramentos e Acesso), entidade que congrega as 20 maiores empresas do setor no país, está otimista, mas com cautela. “Estamos retomando o fôlego, mesmo que de forma lenta. O fim do processo de impeachment, seja qual for o resultado, só vai ter reflexos no mercado no segundo semestre do ano que vem. Lançamentos imobiliários demoram entre 8, 10 meses para acontecer e o processo de licitação de um viaduto, por exemplo, é lento, principalmente agora com as regras de compliance impactando as empresas. O importante é saber fixar no mercado o diferencial para permanecer competitivo na retomada”, ressalta.

A diretora de Novos Negócios da Trimble, Fátima Gonçalves, avalia, também, que a retomada do crescimento vai se consolidar, de fato, em 2017. “Não tem como não retomar”, frisa. “É uma necessidade, pois chegamos no fundo do poço e agora só podemos subir novamente. Estamos com boas perspectivas”. A empresa é especialista em soluções de tecnologia de posicionamento.

Alguns setores dentro da cadeia da construção civil como o de edificações já mostram sinais de melhora, cita o engenheiro da Cinexpan, Carlos Alberto Pereira. “Já é possível verificar a retomada mais acentuada das atividades, até do setor de infraestrutura”, destaca.  “O mercado está mais otimista e sinaliza uma melhora. Percebi isso aqui nesta edição do Concrete Show, em virtude do número de bons contatos que fizemos e que podem se transformar em bons negócios”, observa Moacir Tiron, diretor comercial da Hoppt Brasil.

Na avaliação do gerente da feira, Renan Joel, a 10º edição do Concrete Show South America superou a inércia de pessimismo que dominava o setor. “Reunimos aqui empresas comprometidas com a retomada dos negócios e com o crescimento do setor. É muito gratificante para nós, da UBM Brazil, testemunhar o início do que pode ser um novo círculo virtuoso. Temos muito a agradecer às associações e entidades setoriais e às empresas que participara desta edição e que nos ajudaram a realizar este grande evento”.

 

Fonte: Conteúdo Empresarial - Assessoria de Imprensa do Concrete Show South America 2016

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