SOBRE O MERCADO

O setor da construção civil brasileiro está mais otimista em 2017. Após “chegar ao fundo do poço” em 2016, como apontaram diversos especialistas, o novo ano será de estabilização dos negócios e retomada, ainda que pequena, dos negócios.

Em um cenário que aponta para um horizonte em que o Governo Federal alcance o equilíbrio das contas públicas e promova quedas da inflação e da taxa de juros, criam-se condições para que haja aumento do crédito, queda no desemprego e aumento do PIB. Especialistas estimam que a volta do crescimento do setor seja quase certa para 2017, e que haja aumento no número de profissionais empregados, provavelmente, a partir de 2018.

A construção civil é o motor do país e a infraestrutura não pode parar de receber investimentos. Sabendo disso, o governo federal anunciou 34 projetos de infraestrutura que entrarão no programa Crescer, que prevê a venda ou concessão de projetos nas áreas de energia, aeroportos, rodovias, portos, ferrovias e mineração. Os leilões estão previstos para ocorrerem durante 2017, e serão finalizados até o primeiro semestre de 2018.

Deve-se levar em conta que as grandes construtoras, impactadas pela Operação Lava Jato, demitiram massivamente todos os profissionais que tinham de demitir. Isto, como efeito colateral, atingiu diretamente subempreiteiros, fornecedores e prestadores de serviço de toda a cadeia da construção civil. Desta forma, o mercado abriu uma janela de oportunidade para as pequenas e médias empresas, que possuem uma estrutura menor, enxuta, e estão com capacidade técnica para aproveitar os projetos que estão previstos. Além disso, são potenciais ativos para aquisições de empresas estrangeiras que queiram entrar no concorrido mercado da construção civil nacional.

O QUE ESPERAR PARA OS PRÓXIMOS ANOS

Tendências e inovações

Já é realidade o aumento do leque de produtos ofertados ao mercado, principalmente aqueles voltados para a utilização do concreto autoadensável.  Além disso, novos sistemas de formas, desenvolvimento de produtos ligados à indústria química, bombas de maior alcance são outros exemplos de inovações. Ainda, há espaço para o desenvolvimento de novas funções no concreto, como os concretos autorrecuperáveis, por exemplo.

A questão da sustentabilidade dos insumos também está mais em pauta do que nunca. No Brasil, existem estudos sobre a redução do clínquer (matéria-prima do cimento) no concreto, sendo que o principal meio para isto seria a adoção de novos cimentos com adições. As alternativas impactam em mudanças no processo de produção do cimento, principalmente na moagem.

Além disso, a otimização no uso de agregados e o desenvolvimento de aditivos verdes permite que o concreto se adeque ainda mais às finalidades que se destina. As empresas também estão buscando soluções para a diminuição do consumo de energia, modernizando seus equipamentos.

Impressão 3D – existem empresas que apostam na tecnologia e afirmam que é possível construir casas de 50 m² por menos de R$ 30 mil, enquanto outras trabalham para desenvolver novos tipos concretos, que possuem as mesmas propriedades estruturais e custam cerce de 30% menos.

Drones – o uso de drones já é comum em diversas áreas e agora também como uma inovação na construção civil. Principalmente para monitorar canteiros de obras em áreas remotas ou altamente congestionadas. Com o uso de drones, é possível fazer mapeamento em 3D e avaliações do canteiro em tempo real. Os robôs automaticamente convertem os vídeos  gravados em relatórios para os administradores. Desta maneira, possíveis riscos e atrasos são monitorados a todo instante.
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